CORREGEDORIAS JUDICIAL E EXTRAJUDICIAL ALINHAM ESTRATÉGIAS PARA ALCANCE DE METAS 2026
As corregedorias gerais da Justiça e do foro extrajudicial do Judiciário realizaram, na última quinta-feira (9), reunião de planejamento e alinhamento da gestão para o cumprimento das metas nacionais de produtividade, estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça para 2026, até 19 de dezembro deste ano.
As equipes das corregedorias discutiram a atuação estratégica conjunta entre os órgãos correicionais, direcionadas aos serviços judiciais (secretarias e gabinetes judiciais) e extrajudiciais (cartórios), visando alcançar as três metas comuns aos órgãos (1, 2 e 3), relativas aos processos de reclamações e processos disciplinares contra juízes e juízas, cartorários e cartorárias.
A pauta da reunião focou a apresentação das metas do Judiciário nacional para a Justiça estadual e das ferramentas tecnológicas e estratégicas da Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão (CGJ-MA) colocadas à disposição das equipes de trabalho.
CRITÉRIOS E FERRAMENTAS
A iniciativa, da Coordenação de Reclamações e Processos Disciplinares da CGJ-MA, foi voltada à discussão do Glossário com as metas e parâmetros principais do ciclo de 2026; conceitos e critérios de contabilização das metas; às ferramentas de acompanhamento processual; pontos de atenção que impactam indicadores e prazos e providências práticas para regularização e acompanhamento pelas equipes. Em destaque, aspectos relevantes para o alcance das metas conjuntas que tratam das classes de Pedido de Providências e Processo Administrativo Disciplinar, relacionadas ao macro desafio da agilidade e da produtividade na prestação dos serviços judiciários.
Na reunião, a coordenadora de da CGJ-MA, Evilene Cabral, defendeu o alinhamento institucional com o objetivo mútuo de alcançar os patamares ideias de produtividade: “É muito importante que as duas corregedorias caminhem e façam o monitoramento juntas. Representamos o Poder Judiciário do Maranhão e as metas são avaliadas sem distinção, como se fôssemos um único órgão”, destacou a coordenadora.
Pela Cogex, participaram da reunião Hugo Matos Assunção e Silva, diretor da secretaria; Giselle Régia Martins Penha, coordenadora de Reclamações e Procedimentos Disciplinares; Felipe Trabulsi e Lima, chefe da Assessoria Jurídica ; Maira Lopes de Castro, coordenadora das Serventias Extrajudiciais e Daniele Pestana de Oliveira, do Gabinete da Corregedora do Foro extrajudicial, Ângela Salazar. Pela CGJ-MA, além da coordenadora, Sandro Karlo Dutra, assistente.
INSTRUMENTOS DE CONTROLE
Para alcançar essas metas, a CGJ-MA disponibilizou os instrumentos de controle e acompanhamento periódico, como a Planilha de Controle Geral de Processos, para consolidação interna de verificação de distribuição, baixa, pendências e prazos; Painel PjeCor (Termojuris), para consulta operacional dos dados dos procedimentos disciplinares no ambiente de acompanhamento; e Painel de Acompanhamento das Metas do CNJ, como referência externa para indicadores nacionais e conferência de distorções.
Também foram abordados os principais desafios encontrados para o cumprimento das metas: equívocos de autuação e movimentação; distorções no painel do CNJ; comunicações com o CNJ; desarquivamentos não comunicados e processos fora do prazo da Meta 3.
Para superar esses desafios pontuais, as equipes foram orientadas a realizar as retificações necessárias nas autuações; monitorar periodicamente os prazos; monitorar os dados apresentados nos painéis internos e corrigir as distorções e inconsistências junto ao CNJ.
Fonte: Ascom da CGJ/MA